quarta-feira, abril 07, 2021

A inevitável mudança


A mudança é talvez a única constante da vida!
Naturalmente, ela é assustadora, na medida em que comporta em si mesma, variáveis que não podemos controlar.
A permanência do controle exige uma visão muito limitada, comprometedora e altamente redutora de questões sociais, ambientais, económicas.
Exige um investimento enorme no conhecido, na manutenção dos poderes instaurados, ainda que estes não sirvam da forma mais eficiente as necessidades reais da comunidade.
Ainda que estes não se traduzam em estratégias de mudança construtiva e sustentável.
A mudança é exigente, exige entrega, coragem, trabalho, e risco - o risco do novo!
Mas se não fizermos nada de novo... não podemos esperar grandes mudanças!
A não ser as inevitáveis, as muitas vezes catastróficas, fruto da inoperância e do esforço e consumo de energia na manutenção de "poderes" egoícos e separados do respeito pela vida - em toda a sua abrangência: ambiental, social, económica, espiritual...
O MOVE é a força, a coragem da mudança, numa visão abrangente e integrativa de todos.

Anabela Henriques Pereira
Apoiante do MOVE – Movimento Independente

segunda-feira, abril 05, 2021

Muito Obrigado


Um ano, dois confinamentos, e muitas restrições depois, tudo continua muito estranho. Estamos numa tentativa de “andar” para a frente mas a incerteza apoderou-se das nossas vidas. E de repente, apesar dos sinais dos “quatro anos”, ainda há tempo de dar uma palavra a quem tem visto as suas vidas alteradas. Porque o que realmente importa são as pessoas.
Nestes últimos tempos vimos a nossa cidade vazia de gente, vazia de movimento, vazia de vida. Lojas fechadas (serviços mínimos), as pessoas a sair o mínimo, as crianças e jovens em casa. E no meio disto tudo há quem continue a dar de si para que tudo: Fique bem.
Aos bombeiros que põem as suas vidas em risco, que são os primeiros a chegar. Aos profissionais de saúde (médicos, enfermeiros e auxiliares).
Aos professores e assistentes operacionais que tudo têm feito para que as nossas crianças/jovens cresçam e evoluam apesar destes novos tempos.
A todas aquelas pessoas que viram os seus negócios pararem ou ficarem a “meio gaz”.
Aos proprietários de restaurantes que apesar de cumprirem todas as regras impostas, viram os seus negócios serem ainda mais reduzidos. Não nos podemos esquecer que o prejuízo dos restaurantes é consequentemente o prejuízo de muitos outros negócios.
Cabeleireiros, esteticistas que apesar de funcionarem por marcação também tiveram que fechar. Cafés que mais uma vez pararam, vão voltar a conta gotas e se viram ultrapassados por máquinas.
A todas as pessoas que ficaram em teletrabalho, algumas com filhos pequenos, outras a apoiar filhos em idade escolar, e a todas as pessoas que continuam a trabalhar nos seus postos habituais e assim ajudaram a economia.
Aos jovens e crianças que conscientemente tiveram e continuam a ter os cuidados recomendados (toda a gente sabe como tem sido difícil, principalmente nestas idades).
A todos aqueles que anonimamente ajudaram o “vizinho”, porque para ajudar não precisa de anunciar. Nestes tempos tão difíceis é muito importante ajudar e muitas vezes até uma palavra ajuda, alivia e incentiva.
A todas as pessoas que só porque fazem confinamento, não se põem em risco e cuidam dos outros. A todas as pessoas que tentaram de todas as maneiras mudarem de vida e não baixaram os braços, de modo a seguir em frente.
A todas as pessoas que neste ano viram as suas famílias longe e ao longe sem que as pudessem abraçar. Aos idosos que estão fechados nos lares há um ano para sua própria segurança, embora muitos não entendam, e aos profissionais que os têm acompanhado e cuidado.

MUITO OBRIGADA

Ao comércio local e tradicional que vai precisar de muito apoio, o ano todo, não só no Natal.
Muita força, coragem a todas as pessoas que de uma maneira ou de outra foram ou estão a ser vítimas desta pandemia.
Porque temos de ir para a frente, a nossa Freguesia tem e merece voltar a sorrir. Mas essa evolução não pode ser a qualquer custo. Evoluir não implica que se perca a identidade. A identidade de Nossa Senhora da Piedade são as pessoas.
Um dia para que será o betão e o alcatrão, se as pessoas já cá não estão?

Marta Faustino
Eleita pelo MOVE – Movimento Independente
Freguesia de Nª Sª da Piedade

sexta-feira, abril 02, 2021

Declaração Política

Vivemos tempos difíceis de pandemia que mudam rotinas diárias e que nos levam, por vezes, a refletir mais sobre o sentido da vida e menos sobre a própria existência. Paradoxalmente ou talvez não, é nestes períodos que sentimos mais forte a necessidade de viver em comunidade, de interagir e de contribuir ativamente para o bem comum ainda que, de forma mais ou menos egocêntrica, estejamos a perseguir a realização pessoal.
Vivendo nós em sociedade, é inevitável, que cada opção, cada escolha que fazemos produza efeitos em nós e nas pessoas que nos rodeiam. É esta convicção que nos compromete a todos, enquanto procuramos a salutar felicidade individual, no contributo para uma sociedade de pessoas felizes.
Talvez por essa razão, o convite para apoiar o MOVE fez-me pensar se teria chegado o momento de contribuir, ainda que de forma modesta, mas mais consciente e ativa, para uma sociedade onde os Atouguienses em particular e os Oureenses possam ser a prioridade.
Fui inteirar-me sobre o que é o MOVE, sobre os seus princípios e valores e sobre a sua missão. Concordei! E destaco algumas razões que estiveram na base da minha decisão:

− O MOVE é um movimento cívico, participativo, de cidadãos independentes e sem filiação partidária,
− Estimula e valoriza o envolvimento direto das pessoas nas questões relevantes para o concelho de Ourém,
− Procura uma sociedade constituída por pessoas tanto mais felizes quanto mais felizes forem os seus concidadãos,
− Não discrimina oureenses com filiação partidária de Oureenses sem filiação partidária,
− Procura contribuir para um concelho mais humanista e plural, mais amigo das pessoas e mais ecológica e economicamente sustentável.

António Lopes
Apoiante do MOVE – Movimento Independente
Freguesia de Atouguia

quarta-feira, março 31, 2021

Atouguia, uma freguesia dormitório?


A freguesia de Atouguia tem vivido desde sempre “entalada” entre Ourém e Fátima. Pode parecer um lamento ou uma crítica, mas na realidade não o é.
A sua posição geográfica é na verdade uma mais valia, pois está junto aos dois principais centros urbanos do nosso concelho. No entanto, ano após ano, a freguesia tem perdido população e o seu núcleo empresarial tem vindo a perder cada vez mais a sua expressão.
A crise económica de 2008 foi mais um duro golpe na economia local e nacional, provocando o encerramento de empresas e consecutivamente a emigração significativa de famílias na freguesia e em todo o concelho. Neste momento, penso que não deverá haver numa dezena de empresas com mais de 10 colaboradores, na freguesia de Atouguia.
Como todos sabemos o futuro prepara-se com antecedência, e para podermos colher temos de semear. Por isso, cabe-nos perguntar o porquê de não existirem mais empresas a beneficiar da localização estratégica da nossa freguesia? Há muitos anos atrás, seguramente mais de 15, houve um esboço para a criação de uma zona industrial, relativamente perto ao atual nó do IC 9, na localidade do Escandarão. Não sabemos porquê, mas este projeto nunca avançou. Em qual gaveta (da junta ou da câmara) terá ficado (provavelmente debaixo de outros papéis) esse projeto…. É verdade que não podemos construir zonas industriais em todos as freguesias, mas na verdade, qual delas terá uma localização mais vantajosa?
É ainda mais incompreensível, se pensarmos que nos quarenta e seis anos de democracia, poucos foram os anos em que a cor partidária da junta de freguesia foi diferente da cor partidária da câmara municipal. Portanto, houve condições para poder levar este projeto a bom porto.
Tempo é dinheiro!! Como todos nós já ouvimos dizer desde tenra idade. E no mudo dos negócios, este “ditado” é ainda mais premente. Estar a cerca de trinta minutos de Leiria, é diferente de estar a uma hora, tal como estar a hora e meia de Lisboa é diferente de estar a duas horas….
Devemos e podemos criar condições, para que num futuro próximo a freguesia de Atouguia deixe de ser apenas um local de passagem, entre Ourém e Fátima. Mas um local onde as pessoas se dirijam, para trabalhar, fazer negócios, etc… ou em caso contrário, será cada vez mais, apenas uma freguesia dormitório das cidades de Fátima e Ourém.

Cláudio Clemente
Membro do MOVE - Movimento Independente
Freguesia de Atouguia

segunda-feira, março 29, 2021

Desertificação das nossas aldeias

Apesar de se pretender identificar como um concelho do Litoral, imune a muito do que se passa no Interior do país, o que é facto é que essa “imunidade” não existe. De facto, quando falamos em envelhecimento da população ou em desertificação do território, Ourém, à semelhança do Interior, sofre fortemente deste fenómeno altamente penalizante a diversos níveis. Contudo, este problema no nosso concelho não é sentido da mesma forma em todo o território. Enquanto freguesias como Fátima ou Nossa Senhora da Piedade continuam a crescer em termos demográficos, ou outras como Caxarias, Alburitel, Atouguia e Nossa Senhora das Misericórdias têm conseguido resistir, há também aquelas onde as perdas populacionais são assustadoramente graves. Todas as freguesias a norte do concelho, a que se juntam as freguesias de Espite, Matas, Cercal e Seiça, têm vindo a sofrer quebras de população gigantescas. Os últimos censos disponíveis (2011) já indicavam isso, e os censos de 2021 demonstrarão que este problema se agravou ainda mais. E se analisarmos alguns lugares que até à década de 1980 ou 1990 gozavam de pujança, mesmo após a “sangria” da emigração das décadas de 1960/70, atualmente estão quase desertos, e em menos de 10 anos poderão mesmo desaparecer.

Não se compreende como é que as autoridades municipais pouco ou nada fazem para impedir esta situação. A maioria destas aldeias tem estado votada ao abandono por quem tem a missão, ou melhor, a obrigação por zelar pelo bem-estar de todos. Há necessidades básicas que não estão satisfeitas em inúmeras aldeias como se estas pertencessem a um país subdesenvolvido. E não é por falta de recursos ou de meios – é sobretudo por falta de critérios de sensatez e de equilíbrio na gestão e distribuição dos ditos recursos.

Temos um concelho fortemente desequilibrado e um concelho desequilibrado não é um concelho saudável. Se alguém estiver com metade do corpo no forno do fogão e a outra metade no congelador, a temperatura média pode ser boa, mas essa pessoa não estará certamente confortável. Temos que entender o concelho de Ourém como o corpo de uma pessoa – cada parte do corpo até pode necessitar de cuidados específicos, mas não podemos centrarmo-nos unicamente no penteado do cabelo ou na maquilhagem do rosto, esquecendo-nos de algo tão básico como uns sapatos para os pés.

Um corpo com tratamento equilibrado de todas as suas partes é certamente mais saudável… um município também.

Paulo Nunes
Apoiante de Ourém, apoiante dos Oureenses, apoiante do MOVE Freguesia de Rio de Couros e Casal dos Bernardos

quarta-feira, março 24, 2021

O Cruzeiro do Pontão, em Matas


Dou hoje relevo a este cruzeiro, construído em 1963, que considero um património de grande simbologia religiosa para as gentes da nossa terra.
Desde os primórdios do mundo, o povo, simples e humilde, sempre seguiu a Deus, e, para manifestarem a sua religiosidade, construíram templos onde veneravam os Santos, recordavam os falecidos e faziam as suas orações.
De entre os templos de maior e menor dimensão, por norma edificados nos centros das aldeias, destacam-se as ermidas, capelas e igrejas para os encontros comunitários, e, ao longo dos caminhos agrícolas, erigiram pequenos oratórios, alminhas e cruzeiros.
Quando iam e regressavam do campo, porque se vivia do amanho da terra (agricultura) e do pastoreio dos rebanhos para matarem a fome à família, paravam os carros de bois ou de burro, tiravam os carapuços ou boinas e ajoelhavam-se diante do CRUZEIRO DO PONTÃO para rezarem um PATER-NOSTRE (Pai Nosso) pelas Alminhas dos seus entes-queridos.
Na atualidade, há ainda pessoas que junto deste CRUZEIRO DO PONTÃO depositam flores trazidas dos campos ou apanhadas nos seus jardins.
Pelo respeito que este CRUZEIRO nos merece, PROPONHO QUE A AUTARQUIA zele o espaço que o envolve e o mantenha digno.

Matilde Ferreira
Membro do MOVE – Movimento Independente
Freguesia de Matas e Cercal

segunda-feira, março 22, 2021

O MOVE e a emigração


O MOVE – Movimento Independente, de matriz cívica e humanista, não só pugna pela proximidade às populações, como homenageia os cidadãos Oureenses que se destacam na sociedade. Hoje, achei por bem dar relevo aos Emigrantes do nosso Concelho, sem esquecer Alburitel, que, desde a ditadura até à atualidade, se disseminaram, por conta e risco, pelos cinco cantos do mundo.
A história deve reconhecer aos emigrantes, de ontem e de hoje, o seu incontornável valor: pelo envio das divisas para seu país de origem, constituindo, assim, um dos pilares da economia nacional e local; porque se tornam um sustentáculo para o desenvolvimento e construção da nossa terra e um elo de ligação intercultural e geracional, e ainda porque foram e são uma referência ao nível laboral e a sua experiência foi e é uma mais-valia.
Eis, um poema, de um autor anónimo (1981), dedicado aos Emigrantes:

«ANGÚSTIA NO DESPEDIR

O tempo é de guerra e miséria
E, de boca vendada, chorosa vai a vida.
Já não balouço os filhos, nem os ouço soluçar,
E o pão, não o tenho, nem o há para lhes dar.
Rebentam-me as lágrimas finais,
Batem-me, no coração, as saudades e os ais,
E a pequenada, nos meus braços, desesperada
Grita, chora e outras coisas mais.
Enrola-se-me a mente, enfurecida,
E, para retroceder, sem forças, não sou capaz.
Mulher, pobre, mas sem vergonha, vou partir,
Mas, a despedida não é morrer,
É esperança de voltar e regressar em paz.
Não vos digo Adeus, mas até já.
Frenético, no comboio, deslizou o meu destino».

Célia Reis
Eleita do MOVE - Movimento Independente
Freguesia de Alburitel

sexta-feira, março 19, 2021

Feliz dia do Pai


Venho por este meio desejar a todos os oureenses um feliz dia do Pai.
Vocês são os heróis dos vossos filhos seja em que altura for.
Obrigado pela paciência.
Obrigado pelo vosso carinho.
Obrigado pela vossa disponibilidade.
Obrigado pelo vosso apoio incondicional.
Obrigado por nos ajudarem a crescer em saúde e sabedoria.
Obrigado por nos mostrarem que nesta vida tudo é possível.
Que tenhamos a consciência e a noção que ser Pai não é quem "nos faz", mas sim quem nos cria.
Parabéns a todas as Mães que também fazem o papel de Pai.
Eu como Pai também é o meu desejo transmitir tudo o que acho correcto e benéfico para o meu filho e depois possa também ele ser pai e transmitir esses mesmos valores e atitudes.
Um Bem Haja a todos os Pais.

Miguel Silva
Membro do MOVE - Movimento Independente
Freguesia de Fátima

segunda-feira, março 15, 2021

Movimento das Mulheres do MOVE


As eleições autárquicas são já em Outubro próximo (a menos que venham a ser adiadas) e, à medida que os dias passam, perfilam-se as candidaturas à Câmara, à Assembleia Municipal e às Juntas de Freguesia.
Apresentam-se a sufrágio os Partidos Políticos, alguns deles com décadas de existência, e os Movimentos Independentes constituídos por grupos de cidadãos.
Na minha opinião, os Movimentos independentes, sem filiação partidária, são uma opção de que os cidadãos usufruem para escolherem as pessoas que vão gerir os destinos das nossas populações.
No entanto, os maiores Partidos Políticos da Assembleia da República, com medo de perderem o seu poder, em Julho passado, aprovaram um conjunto de alterações à Lei Autárquica que visa dificultar – diria até asfixiar – as candidaturas dos Movimentos Independentes.
Trata-se de uma atitude repugnante, vergonhosa e antidemocrática.
Foi tão revoltante que – EM BOA HORA E HONRA LHE CAIBA – a Sra. Provedora de Justiça decidiu pedir a fiscalização da constitucionalidade dessas alterações à Lei Autárquica.
As mulheres têm um papel importante na sociedade e na política!
POR ISSO, TRÊS RAZÕES ME LEVARAM A ACEITAR PRESIDIR AO MOVIMENTO DAS MULHERES DO MOVE:
1º Os ideais de matriz cívica deste Movimento Independente (não é um Partido Político);
2º Resultar de um Grupo de Cidadãos do nosso Concelho;
3º Reconhecer o esforço com que se debatem, perante a injustiça da Lei e as vantagens dos Partidos Políticos.
Neste contexto, dentro das minhas possibilidades, predisponho-me a ajudar o MOVE e, desde já, DEIXO AQUI O DESAFIO ÀS MULHERES OUREENSES que adiram ao MOVIMENTO DAS MULHERES DO MOVE (MOVIMENTO 3 Ms).

Sandrina Lourenço
Apoiante do MOVE e Presidente do Movimento das Mulheres do MOVE
União das Freguesias de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais

sexta-feira, março 12, 2021

Objectivos de desenvolvimento sustentável

Moinhos da Fazarga à procura de nova vida


Moinhos há muitos… E na Moita Redonda existem quatro à espera que alguém lhes dê uma nova vida!
O tempo vai passando e estes moinhos vão ficando irreconhecíveis, transformados em montes de pedras e despercebidos a quem passa por eles. Moinhos que teriam todo o gosto de existir, como antigamente, ou apenas serem lugar de visita ou simplesmente contadores da sua história a quem não teve, nem terá, a oportunidade e privilégio de os ver trabalhar.
Moinhos que correm o risco de fazer, apenas parte do imaginário de quem sonha. Moinhos que teimam em não desaparecer e que, num grito de desespero, vão pedindo dignidade para a sua existência e para a sua zona envolvente.
Pelo nosso país há trabalho feito, existem moinhos recuperados, mas há muitos a recuperar e os da Fazarga não são indiferentes. Há vidas vividas, entres os moinhos, que a história deve perpetuar no tempo. Histórias vulgares ou talvez contos de fadas a quererem renascer nos sonhos.
O site turismo.ourem.pt, do Município de Ourém, refere os moinhos da Fazarga como ponto de interesse e cita, ainda, que um deles (vidé foto acima) é propriedade do município e onde funcionou um núcleo do museu municipal.
Deixo a seguinte sugestão: Mais do que divulgar, importa que o Município recupere e dignifique o seu próprio património, assim como crie incentivos/apoios permitindo que os restantes proprietários zelem pelos moinhos ao lado, ajudando, assim, a recordar a história dos nossos antepassados.

Pedro Vieira
Presidente da Jota MOVE e Membro do MOVE – Movimento Independente
Freguesia de Fátima

quarta-feira, março 10, 2021

Há ou não há democracia em Portugal?


A palavra “DEMOCRACIA” resulta do latim “democratia” ou do grego “demokratia” que, decompondo-se em “demos (povo) + kratia (poder)”, significa que a soberania é exercida pelo povo, através dos seus representantes.
Infelizmente, o PSD e o PS, com medo de perderem o poder nas Eleições Autárquicas de outubro próximo, aprovaram, em Julho passado, uma lei “ferida de inconstitucionalidade”, coarctando a liberdade aos MOVIMENTOS DE CIDADÃOS que, por direito próprio, desejam candidatar-se.
Sim, cria dificuldades intransponíveis pelo que a Associação Nacional dos Movimentos Independentes, em nome de PORTUGAL, deu um grito de revolta e exige que seja reposta a LIBERDADE, A DEMOCRACIA E A IGUADADE resultantes do 25 de Abril.
Essa lei (reformulada) baixará à Assembleia da República e os Movimentos Independentes, que aumentarão no País, fruto deste atentado antidemocrático, vão andar atentos e tomarão a sua posição até ao dia 31 do corrente.
Esta atitude, para além de ficar com quem a praticou, caiu muito mal no seio do POVO PORTUGUÊS que, garantidamente, tirará as suas ilações.
UMA COISA É CERTA: O MOVE – Movimento Independente NÃO BAIXARÁ OS BRAÇOS, NEM CALARÁ A SUA VOZ, ATÉ QUE ESTA LHE DOE.

Manuel Simão
Apoiante do MOVE – Movimento Independente
União das Freguesias de Rio de Couros e Casal dos Bernardos
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